" ...Deixa eu te ver, enquanto vives uma vida na qual não faço parte... "
quinta-feira, 11 de março de 2010
Noia eterna de 5 minutos
De nada adiantou todas aquelas palavras ditas nem tão pouco aqueles abraços e beijos, um dia a luz se rompeu e em um momento de escuridão, em meio a escuridão eu pude ver que nada era real, nenhuma palavra dita por ti me pareceu algo, pois em dia de sol me disseste que o futuro era nosso e nós que o fariamos, e você numa noite de chuva me falou que tudo estava acabado. Do que adiantou tudo aquilo, aquilo tudo era real? o que é real? você prometer que nunca o faria e quando mais dei conta você assim fez, do que adiantou você fazer juras de amor sob a luz do dia, vendo o mar beijar a praia, em nosso conforto de amar, e no silencio da madrugada, debaixo do seu cobertor, em momento de loucura vem e diz que nada era sincero, que não passou de boca pra fora e que tudo estava acabado, a ponto de mentir pra o destino, mesmo sabendo que toda verdade era vã, de nada adiantou, nada é real, nem mesmo aquilo mais solido que te dei, nem o maior sentimento que você me deu, se um dia você me disser que algo devolta quer, eu lhe darei, mas que não pense que será do mesmo jeito, será bem mais, pois, tudo que falei e senti foram de coração, e em meu coração, nem mesmo as suas mentiras irão tocar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário